XIII Grande Noite do Fado Académico (Enquadramento do Evento)


XIII edição do maior evento de Fado Académico a nível nacional, realizado na Cidade Invicta

Origem

Em 1999 o Grupo de Fados do Instituto Superior de Engenharia do Politécnico do Porto iniciou, em conjunto com a Associação de Estudantes do ISEP, o grandioso evento anual da Grande Noite do Fado Académico. Neste evento é prestada Homenagem a uma ou mais individualidades sobejamente reconhecidas pelo seu contributo no Fado de Estudante e na Canção Coimbrã. O espectáculo consiste num encontro de gerações, com a actuação de Grupos de Actuais e Antigos Estudantes vindos de todo o País com um objectivo comum, o Fado. Tendo como primeiro objectivo levar o Fado Académico das várias Academias (Porto, Coimbra, Braga…) até aos alunos da Academia do Porto, rapidamente constatamos uma crescente adesão dos cultores da Canção Coimbrã que proporcionaram assim, um crescimento nas orientações do evento.


Essência

A troca de ideias e experiências entre a actual geração de grupos do Porto e os famosos e conceituados intérpretes e grupos de outras Academias, com destaque para a Academia Coimbrã, constitui outro objectivo fundamental nesta iniciativa durante a qual procuramos mostrar o que de novo se faz pelo fado académico no Porto, depois de uma década que viu surgir uma série de temas dedicados à nossa mui nobre e estimada Invicta e promover este nosso tão Amado estilo musical e cultural muitas vezes esquecido pela sociedade.


Participações no Evento

Nesta XIII Grande Noite do Fado Académico contaremos com a presença de dois Grupos de Fados de actuais estudantes, oriundos da cidade do Porto: Grupo de Fados da Faculdade de Economia do Porto, para além do Grupo anfitrião, o Grupo de Fados do ISEP. Participarão também três Grupos de antigos estudantes de Coimbra: Grupo “Guitarras de Coimbra”, “Raízes de Coimbra” e oGrupo "Serenata de Coimbra".
Está igualmente prevista a participação de:

- Augusto Camacho Vieira (destacado médico na área da cirurgia ortopédica, inclusivamente, médico da selecção nacional e do clube de futebol "Os Belenenses" durante largos anos, e grande intérprete da Canção Coimbrã há mais de 40 anos, contando com vários registos discográficos gravados no seu curriculum);

- Sutil Roque (médico especialista em medicina aeronáutica, colaborou na RTP na realização da série de programas "Serenatas de Coimbra");

- José Mesquita (Professor Catedrático da Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra, doutorado em Biologia, e também cantor de renome da Canção Coimbrã, contando com vários registos discográficos gravados, com sucesso reconhecido, desde a Rússia ao Japão);

- José Henrique Dias (Professor Catedrático Jubilado da Universidade Nova de Lisboa), Doutor em História e Teoria das Ideias, com a Especialidade de História das Ideias Sociais, com distinção e louvor; exímio orador e amante da Canção de Coimbra.


Historial

Depois das Homenagens a Luiz Goes, Augusto Camacho Vieira, Almeida Santos, Joaquim Pimentel e Manuel Alegre, Carlos Paredes, Ângelo de Araújo, Fernando Machado Soares, José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Francisco de Vasconcelos e na última edição a José Henrique Dias, a organização pretende homenagear nesta XIII edição da G.N.F.A., António Portugal e António Pinho Brojo.


Os Homenageados

António Portugal criou uma obra ímpar, quer pela qualidade e inovação das suas composições e arranjos, quer pela forma como sabia ensaiar os cantores e com eles criar uma dinâmica de acompanhamento que o distingue de todos os outros guitarristas do seu tempo. Mas não só: António Portugal deixou, de longe, a mais ampla e completa discografia de Fado e Guitarra de Coimbra. Fez parte da formação do famoso grupo “Coimbra Quintet” (Luiz Goes, Jorge Godinho, Manuel Pepe e Levy Batista), correspondendo a uma fase de transição para a renovação do fado e da guitarra de Coimbra, que culminou com a gravação da “Balada de Outono”, de José Afonso e onde, pela primeira vez ao lado de António Portugal, surge a viola de Rui Pato. O início dos anos 60 é fundamentalmente marcado pela canção de intervenção e pelos nomes de Adriano Correia de Oliveira e Manuel Alegre. A “Trova do vento que passa”, de que António Portugal é autor da música, em conjunto com Adriano Correia de Oliveira, é o hino e o emblema da resistência ao regime e à guerra colonial.

António Pinho Brojo ilustre Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra foi também um exímio guitarrista, dono de uma sensibilidade, de um talento e de uma forma muito especial e peculiar de tocar guitarra. Numa passagem também pelo Porto, onde viria a terminar a sua licenciatura, colaborou com nomes como Napoleão Amorim, Cunha Gomes ou Aureliano Veloso. Ao longo de mais de 50 anos de guitarra, António Pinho Brojo gravou inúmeros discos, viajou um pouco por todo o Mundo e acompanhou inúmeras gerações de cantores e guitarristas, como Augusto Camacho Vieira, José Mesquita, Aurélio Reis, Carlos Jesus, entre tantos outros, sendo que, ao lado de António Portugal, constituiu um dos mais célebres duetos da Guitarra de Coimbra.


XIII Grande Noite do Fado Académico...

    GRUPO DE FADOS DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DO PORTO                                      
     
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